Reunião Pedagógica 2013 - Educação de Iati agora tem um norte. Mesmo sem ter seu próprio sistema, aderiu trabalhar na linha dos projetos. (4 fotos)
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Educação em Iati
Iati, 16 de Fevereiro de 2013
Tenho estado na platéia de um grande público observando os acontecimentos, os mesmos tem me deixado estarrecida. O ser humano é complexo. Muitas vezes desumanos. As controvérsias da vida nos faz sentir que o homem é imprevisível , se você quer conhecer alguém lhe proporcione poderes. Em Iati é fato que o povo quis mudança, ela veio, nada contra, as pessoas estavam cansadas, eu particularmente , não contribui com a mudança. Até agora não estou arrependida, a partir do momento que a educação seja vista como educação e na educação haja educação, então darei a mão a palmatória. Fui alvo de comentário por parte do secretário de educação, que teve a infelicidade de falar que eu no governo passado era braço direito de Luiz tenório, sim, sou fiel aos meus princípios. Sempre recebi meu salário dignamente, cumprindo com meus compromissos. E a mim é claro que não tinha nem tenho direitos de pensar em ter continuado ou continuar no cargo que ocupava, não levantei bandeira e muito menos votei no governo que aí está, até que seja provado o contrário, não estou arrependida. As mudanças vem ocorrendo, pena que não são satisfatórias, o que não me deixa alegre, acho até muita inocência, estarem errando onde não deveriam está , pois acertar encima dos erros é bem mais fácil, porem começaram errando do princípio , quando não deixaram que as pessoas pudessem repassar o serviço para o sucessor, esse foi o primeiro ato de insegurança. Hoje, aos 60 anos, pós graduada em Biologia, estou começando com uma turma de Jardim II . Então, Iati está a passos lentos mas com a volta de professores capacitados o alunado saiu ganhando, resta-nos darmos as mãos e pedir a Deus que não penalize os mais necessitados, torcer para aqueles que são situação ficarem de pés no chão , pisando em terra firme , e que sejam capazes de dialogar com quem é oposição , afinal é preciso, pois o município não é exclusividade é nosso, sou cidadã Iatiense, pago meus impostos e faço valer minha opinião sem medo de represálias, pois vivemos no Brasil e somos um povo livre para pensar e agir e fazer valer nossos direitos. Estarei postando no blog da zelinha , endereço: recadinhosdezelinha.blogspot.com
domingo, 13 de janeiro de 2013
Impossível ....
Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta
A inveja absoluta
A inveja é um sentimento tão destrutivo que corrói o invejoso por dentro, pela medula; fustiga-lhe a alma e faz sumirem as melhores amizades. Trata-se de um mal que muitos psicólogos denominam “complexo de Caim”.
Está no dicionário Aurélio: “complexo é um conjunto de representações ou idéias estruturadas e caracterizadas por forte impregnação emocional, total ou parcialmente reprimidas, e que determinam as atitudes de um indivíduo, seu comportamento, seus sonhos etc.”
O problema de Caim não foi propriamente ciúme, mas inveja. Ao ver que Deus se agradara do sacrifício de Abel, ficou consternado com a felicidade que viu no rosto do irmão e demonstrou, aí, um sentimento pernicioso que corrói outros nobres sentimentos. A inveja incontrolável leva o seu possuidor a desejar o que não é seu ou o que é alheio. Mas o problema não é querer possuir algo semelhante ao que o próximo tem, mas querer aquilo que pertence ao próximo, que não é seu naquele momento, como a felicidade que rejubila um casal vizinho.
Quando é alimentado, esse tipo de inveja pode levar à violência. Uma pessoa invejosa maltrata e pisoteia os que estão em seu caminho como se tudo fosse normal. Ela perde a noção do que é fraternidade, amor e respeito ao outro. Para o invejoso, poucos são os humanos que têm algum valor. A inveja, como está na Bíblia, “é a podridão dos ossos” (Provérbios 14:30). “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (Tiago 3:16). E dizem que a inveja tem cinco filhas: murmuração, maledicência, ódio, felicidade pela desgraça do próximo e aflição pela prosperidade do irmão. Em verdade, fazer a vontade de Deus (não mentir para prejudicar, por exemplo) pode despertar a ira até mesmo de alguém muito próximo de nós.
É preciso, sim, buscar o autocontrole dos maus sentimentos. Vivemos num tempo em que a inveja é estimulada pela febre de consumo de nossa sociedade. É mais ou menos assim: um parente trocou de carro, é hora de trocar o meu também; o vizinho fez uma piscina, por que eu também não posso ter uma? O colega recebeu uma promoção, por que não eu? É nossa obrigação dominar desejos que podem vir a prejudicar a vida financeira, a relação familiar e o semelhante.
Pois bem. Renato de Oliveira é um moço que um dia disse ser eu o irmão que ele não teve. (Nem tanto!) E então veio a mim defender tese mais esdrúxula pela falta de coerência do que pela ilegitimidade da parca defesa. Segundo o viajante tresloucado, a respeito de quem lhes escrevo, o Partido dos Trabalhadores, no Acre, deveria ser derrotado nas eleições de outubro porque existe uma meia dúzia de coordenadores, gerentes, secretários e chefes de gabinete que são de uma arrogância ímpar. Fiquei bastante meditativo e concluí que esses tais arrogantes assim são porque não sentem que os cargos lhes subiram à cabeça. A bem da verdade, até as suas esposas os amam apesar do bizarro que é o pedantismo ostentado em público. Essa meia dúzia a que se refere o moço em apreço, segundo ouso pensar, deve ficar exatamente onde está, no poder. O projeto do PT de Jorge Viana e companhia é muito maior que a pose destes tais. Amo o Acre e não é porque o fulano e o sicrano não falam comigo que eu deixaria de dizer aos quatro ventos que os melhores nomes são os que, hoje, constroem este Estado segundo a escala de grandeza que um dia sonhei.
Em suma, as raízes da inveja estão carcomendo o juízo de um pobre moço que nunca teve nada porque jamais lutou para construir coisa alguma. Melhor de tudo é sentir que o Acre e o meu povo são muito maiores que as tristes mentalidades dos que não conseguem ver que hoje, finalmente, temos marchado céleres rumo ao desenvolvimento porque tudo o que é nosso foi “conquistado nobremente com armas na mão”.
Ser egoísta não é viver segundo os nossos próprios desejos. É egoísmo, certamente, exigir que os outros vivam da mesma forma que nós gostaríamos. Assim, se o teu sol não brilha, não queira jogar água na tenda do vizinho. É inveja pura. É desvio de um caráter doentio digno dos esforços de Freud e sua bela ciência.
A inveja é um sentimento tão destrutivo que corrói o invejoso por dentro, pela medula; fustiga-lhe a alma e faz sumirem as melhores amizades. Trata-se de um mal que muitos psicólogos denominam “complexo de Caim”.
Está no dicionário Aurélio: “complexo é um conjunto de representações ou idéias estruturadas e caracterizadas por forte impregnação emocional, total ou parcialmente reprimidas, e que determinam as atitudes de um indivíduo, seu comportamento, seus sonhos etc.”
O problema de Caim não foi propriamente ciúme, mas inveja. Ao ver que Deus se agradara do sacrifício de Abel, ficou consternado com a felicidade que viu no rosto do irmão e demonstrou, aí, um sentimento pernicioso que corrói outros nobres sentimentos. A inveja incontrolável leva o seu possuidor a desejar o que não é seu ou o que é alheio. Mas o problema não é querer possuir algo semelhante ao que o próximo tem, mas querer aquilo que pertence ao próximo, que não é seu naquele momento, como a felicidade que rejubila um casal vizinho.
Quando é alimentado, esse tipo de inveja pode levar à violência. Uma pessoa invejosa maltrata e pisoteia os que estão em seu caminho como se tudo fosse normal. Ela perde a noção do que é fraternidade, amor e respeito ao outro. Para o invejoso, poucos são os humanos que têm algum valor. A inveja, como está na Bíblia, “é a podridão dos ossos” (Provérbios 14:30). “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (Tiago 3:16). E dizem que a inveja tem cinco filhas: murmuração, maledicência, ódio, felicidade pela desgraça do próximo e aflição pela prosperidade do irmão. Em verdade, fazer a vontade de Deus (não mentir para prejudicar, por exemplo) pode despertar a ira até mesmo de alguém muito próximo de nós.
É preciso, sim, buscar o autocontrole dos maus sentimentos. Vivemos num tempo em que a inveja é estimulada pela febre de consumo de nossa sociedade. É mais ou menos assim: um parente trocou de carro, é hora de trocar o meu também; o vizinho fez uma piscina, por que eu também não posso ter uma? O colega recebeu uma promoção, por que não eu? É nossa obrigação dominar desejos que podem vir a prejudicar a vida financeira, a relação familiar e o semelhante.
Pois bem. Renato de Oliveira é um moço que um dia disse ser eu o irmão que ele não teve. (Nem tanto!) E então veio a mim defender tese mais esdrúxula pela falta de coerência do que pela ilegitimidade da parca defesa. Segundo o viajante tresloucado, a respeito de quem lhes escrevo, o Partido dos Trabalhadores, no Acre, deveria ser derrotado nas eleições de outubro porque existe uma meia dúzia de coordenadores, gerentes, secretários e chefes de gabinete que são de uma arrogância ímpar. Fiquei bastante meditativo e concluí que esses tais arrogantes assim são porque não sentem que os cargos lhes subiram à cabeça. A bem da verdade, até as suas esposas os amam apesar do bizarro que é o pedantismo ostentado em público. Essa meia dúzia a que se refere o moço em apreço, segundo ouso pensar, deve ficar exatamente onde está, no poder. O projeto do PT de Jorge Viana e companhia é muito maior que a pose destes tais. Amo o Acre e não é porque o fulano e o sicrano não falam comigo que eu deixaria de dizer aos quatro ventos que os melhores nomes são os que, hoje, constroem este Estado segundo a escala de grandeza que um dia sonhei.
Em suma, as raízes da inveja estão carcomendo o juízo de um pobre moço que nunca teve nada porque jamais lutou para construir coisa alguma. Melhor de tudo é sentir que o Acre e o meu povo são muito maiores que as tristes mentalidades dos que não conseguem ver que hoje, finalmente, temos marchado céleres rumo ao desenvolvimento porque tudo o que é nosso foi “conquistado nobremente com armas na mão”.
Ser egoísta não é viver segundo os nossos próprios desejos. É egoísmo, certamente, exigir que os outros vivam da mesma forma que nós gostaríamos. Assim, se o teu sol não brilha, não queira jogar água na tenda do vizinho. É inveja pura. É desvio de um caráter doentio digno dos esforços de Freud e sua bela ciência.
PADRE JUAREZ DE CASTRO
A árvore e o bambu
Por Redação Viva!Mais postado em 26/12/2012 às 11h32Comentários (0)
Certa vez escutei uma história interessante sobre as diferenças de uma árvore e um bambu. Aquilo me marcou profundamente, pois fiquei vários dias pensando na arte de ser flexível diante do mundo e dos acontecimentos. Quero compartilhar com você essa minha reflexão.
O que é mais forte: a árvore ou o bambu? As árvores frondosas parecem que são mais fortes e mais resistentes que os bambus. As árvores têm troncos robustos e o bambu, aquele caniço de aparência tão frágil! Mas quando vem a tempestade, as árvores são arrancadas pela raiz; enquanto o bambu balança de um lado para o outro de acordo com o vento, mas permanece firme, enraizado, e ali fica até que a tempestade se acalme.
O que é isso? É a virtude da flexibilidade e da tolerância. Quando nos prendemos às nossas próprias posições, aos nossos conceitos e às nossas tradições cristalizadas, não nos dispomos a deixar nossos corações oscilarem, balançarem um pouco pelas ideias, pelas ações dos outros. Somos firmes nas nossas posições, nas nossas conclusões, não deixamos que a ideia do outro venha ao nosso coração.
Quando somos muito agarrados aos nossos conceitos e intolerantes, podemos facilmente nos quebrar ou sermos arrancados.
Ser como bambu não é ser Maria vai com as outras. Ser como bambu é oscilar, balançar e ser dócil com o vento que vai e vem. É ouvir um, escutar o outro, acolher ideias diferentes e não resistir diante do desconhecido. O bambu oscila entre um lado e outro e, assim, de uma maneira serena e calma, sem perder as suas convicções, exercita a caridade e o respeito de ouvir e ir ao encontro do outro.
A rigidez das árvores é sólida, cheia de opinião, sem humor, e pode nos levar à amargura e a sermos arrancados por causa da dificuldade de ser flexível.
Ser flexível é escutar a opinião do outro. É curvar- se e estar com o outro, mesmo que ele não pense como você. Ser flexível é ter abertura de coração.
Ser flexível é uma virtude que nos faz manter firmes em nossa fé, na nossa opinião, mesmo que venham tempestades e ventos fortes.
Ser flexível como o bambu é ser tolerante com o que é diferente. É buscar uma nova forma de viver, onde as opiniões não se conflitam, mas se encontram na construção de uma vida e de um mundo melhor.
Recado para você que está triste
PADRE JUAREZ DE CASTRO
A árvore e o bambu
Por Redação Viva!Mais postado em 26/12/2012 às 11h32Comentários (0)
Certa vez escutei uma história interessante sobre as diferenças de uma árvore e um bambu. Aquilo me marcou profundamente, pois fiquei vários dias pensando na arte de ser flexível diante do mundo e dos acontecimentos. Quero compartilhar com você essa minha reflexão.
O que é mais forte: a árvore ou o bambu? As árvores frondosas parecem que são mais fortes e mais resistentes que os bambus. As árvores têm troncos robustos e o bambu, aquele caniço de aparência tão frágil! Mas quando vem a tempestade, as árvores são arrancadas pela raiz; enquanto o bambu balança de um lado para o outro de acordo com o vento, mas permanece firme, enraizado, e ali fica até que a tempestade se acalme.
O que é isso? É a virtude da flexibilidade e da tolerância. Quando nos prendemos às nossas próprias posições, aos nossos conceitos e às nossas tradições cristalizadas, não nos dispomos a deixar nossos corações oscilarem, balançarem um pouco pelas ideias, pelas ações dos outros. Somos firmes nas nossas posições, nas nossas conclusões, não deixamos que a ideia do outro venha ao nosso coração.
Quando somos muito agarrados aos nossos conceitos e intolerantes, podemos facilmente nos quebrar ou sermos arrancados.
Ser como bambu não é ser Maria vai com as outras. Ser como bambu é oscilar, balançar e ser dócil com o vento que vai e vem. É ouvir um, escutar o outro, acolher ideias diferentes e não resistir diante do desconhecido. O bambu oscila entre um lado e outro e, assim, de uma maneira serena e calma, sem perder as suas convicções, exercita a caridade e o respeito de ouvir e ir ao encontro do outro.
A rigidez das árvores é sólida, cheia de opinião, sem humor, e pode nos levar à amargura e a sermos arrancados por causa da dificuldade de ser flexível.
Ser flexível é escutar a opinião do outro. É curvar- se e estar com o outro, mesmo que ele não pense como você. Ser flexível é ter abertura de coração.
Ser flexível é uma virtude que nos faz manter firmes em nossa fé, na nossa opinião, mesmo que venham tempestades e ventos fortes.
Ser flexível como o bambu é ser tolerante com o que é diferente. É buscar uma nova forma de viver, onde as opiniões não se conflitam, mas se encontram na construção de uma vida e de um mundo melhor.
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